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domingo, 22 de agosto de 2010

Eu vejo o que tu vês
E sinto como tu sentes
Eu sinto o que tu deveras sentes
E escuto o que tu não diz

Tu que te escondes por trás das palavras
Do silêncio,
E da carcaça
Que és excesso
Tão Errado e tão coeso
Te reconheci como num espelho
Estilhaçado
Na escuridão

Eu te compreendo
Porque eu também vim de lá
Eu compartilho
Dessa sabedoria que só a dor trás
As lágrimas podem ter secado
Mas as cicatrizes permanecem para lembrar


Que quem sente as dores do mundo
Nunca estará em paz

domingo, 14 de março de 2010

Ah se tu estivesses aqui para saciar o meu desejo de te amar!
E na troca de fluidos
Acima e abaixo do horizonte
Do nosso ponto de equilíbrio
Amar até ficar tontos!
Loucos!
Refazer, recriar , reviver
Cada toque
Suave ou voraz
Sentir tudo
Sentir nada
Simplesmente sentir!
Puramente amar!
E viver todo o momento
Até o corpo desvanecer quando a alma vai ao céu.